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Mostrando postagens com o rótulo Artrite reumatoide pode aumentar risco de AVC

terapia da auto-hemoterapia na cura da artrite?

Auto-Hemoterapia – Cura Através do Próprio Sangue EXISTE UMA TÉCNICA, DESENVOLVIDA POR JÉSSE TEIXEIRA, EM 1940, QUE É CAPAZ DE PREVINIR E CURAR DOENÇAS CONSIDERADAS GRAVES OU INCURÁVEIS, COMO A AIDS. MÉTODO EFICAZ, SIMPLES E BARATO, A AUTO-HEMOTERAPIA TEM CURADO MUITA GENTE, NO MUNDO INTEIRO, MAS, NO BRASIL, ELA É PROIBIDA PORQUE: 1) SE AS PESSOAS FOSSEM SAUDÁVEIS OU FOSSEM CURADAS SEM A NECESSIDADE DE COMPRAR REMÉDIOS, O CARTEL FARMACÊUTICO TERIA UM GRANDE PREJUÍZO. 2) O SISTEMA EUGENISTA NÃO TEM O MENOR INTERESSE NA SAÚDE DO POVO. PELO CONTRÁRIO: ELES QUEREM REDUZIR A POPULAÇÃO. A AUTO-HEMOTERAPIA CONSISTE EM RETIRAR 5ml, 10 ml OU 20 ml DE SANGUE DA PRÓPRIA PESSOA E, NO MESMO MOMENTO, APLICÁ-LO NO MÚSCULO (BRAÇO DELTÓIDE OU CANTO SUPERIOR EXTERNO DO GLÚTEO) DE FORMA QUE O CORPO DO INDIVÍDUO CRIE MECANISMOS DE DEFESA ELEVANDO OS NÍVEIS DE MACRÓFAGOS DE 5% PARA 22%. SÃO OS MACRÓFAGOS QUE FAZEM A “LIMPEZA” DO NOSO CORPO, ELIMINANDO A FIBRINA, BACTÉRIAS E...

Sindrome das Pernas Inquietas

O International Restless Legs Syndrome Study Group (IRLSSG) em 2002 formulou os achados clínicos para os critérios diagnósticos para síndrome das pernas inquietas. Os pacientes geralmente apresentam uma dificuldade para descrever o que sentem, mas é uma sensação desagradável e não necessariamente dor. As descrições comuns incluem "câimbras, arrepios, formigamento, puxões, dores, coceiras ou queimação nas pernas". Os pacientes geralmente descrevem esta sensação entre os tornozelos e os joelhos, bem como pode afetar a perna toda e até os membros superiores. Geralmente as queixas diminuem com alongamentos ou caminhadas. Os critérios diagnósticos são: Os pacientes vão classificar os seus sintomas em uma escala de 0-4, no qual 0 = sem sintomas e 4 = sintomas severos. International Restless Legs Syndrome Study Group (IRLSSG): Critérios Diagnósticos: Uma urgência em mover as pernas, geralmente acompanhada ou causada por uma sensação desagradável nas pernas. Algumas vezes esta u...

Artrite reumatoide pode aumentar risco de AVC

Pesquisadores da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, descobriram que pessoas com artrite reumatoide (AR) têm risco aumentado para fibrilação atrial - um tipo de arritmia cardíaca - e  AVC . A pesquisa envolveu mais de quatro milhões de pessoas, incluindo cerca de 18.000 pacientes com artrite reumatoide, que foram acompanhadas por cinco anos.  Durante esse tempo, as pessoas com  artrite reumatoide  apresentaram um risco 40% maior de sofrer fibrilação atrial em comparação com a população geral. Além dessa relação, as pessoas com artrite tinham um risco 30% maior de sofrer um acidente vascular cerebral.  Os autores do estudo recomendam que pacientes com artrite reumatoide passem por uma triagem anual para identificar fatores de risco de doenças cardiovasculares e fibrilação atrial. Segundo eles, essa pesquisa indica que o tratamento dos sintomas da artrite também pode diminuir a incidência dessas doenças.  Adote uma dieta poderosa contra ...

Artrite aumenta chances de ataque cardíaco

Doença nas articulações potencializa o surgimento de doenças cardiovasculares A artrite, por si só, já é uma doença que exige cuidados e provoca uma série de inconvenientes à saúde. O problema, caracterizado pela inflamação nas articulações do corpo, é apenas um termo para aproximadamente 100 doenças que atacam o tecido conjuntivo do organismo. Comum, ela atinge cerca de 400 milhões de pessoas no mundo inteiro. Como se já não bastassem os seus efeitos nocivos, ela também potencializa as chances de problemas cardiovasculares, segundo estudo feito na Dinamarca. De acordo com pesquisadores do Hospital Universitário Gentofte, mulheres portadoras da doença chegam a ter seis vezes mais chances de sofrer um  ataque cardíaco  do que as que não possuem o problema.  Artrite aumenta chances de ataque cardíaco "A  artrite  reumatoide (doença inflamatória resultante de uma alteração no sistema imunológico) já era considerada como um fator de risco que pode le...

Depressão e artrite reumatoide caminham juntas

Isso provavelmente está relacionado com a dor da artrite reumatoide e o estresse associado a viver com uma doença crônica.   Além disso, níveis elevados da proteína inflamatória do fator de necrose tumoral alfa (TNF-a) no sangue são associados com a depressão, por isso é possível que a inflamação que provoca a artrite reumatoide também provoque a depressão — explica Lanzotti.

A artrite reumatoide está em ascensão entre as mulheres

A artrite reumatoide está em alta entre as mulheres americanas, pela primeira vez, em 40 anos, de acordo com um estudo de 2010 de pesquisadores da Clínica Mayo. Eles descobriram um aumento de 2,5% nas taxas de artrite reumatoide entre as mulheres, entre 1995 e 2007, enquanto as taxas entre os homens caíram durante esse período.        Segundo Lanzotti, não está claro o porquê, mas os pesquisadores especulam que isso pode ser devido ao tabagismo (mulheres não deixam de fumar tão rapidamente quanto os homens); pílulas anticoncepcionais com baixa de estrógeno (o hormônio poderia ser protetor), e, possivelmente, mais deficiências de vitamina D.