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Mostrando postagens com o rótulo Cirrose hepática

Cárie dentária

Trata-se de uma cavidade (outra forma de dizer dentes cariados) em que o esmalte é a primeira área a ser atingida, seguindo-se a dentina e posteriormente a polpa dentária. Manifesta-se através de lesões cavitadas ou não (com ou sem perda visível de tecido dentário) que afectam os tecidos mineralizados do dente. A dor de dentes é o que se sente, normalmente, num dente quando está formada uma cavidade. Contudo, nas fases iniciais, as lesões de cárie não provocam qualquer tipo de sintomatologia, surgindo esta apenas quando a extensão das lesões é mais significativa. Se for convenientemente e atempadamente tratada, pode ser interrompida a progressão das lesões de cárie, evitando o risco de perda do dente. Dentes com pouco flúor e fissuras, assim como a existência de placa bacteriana – película que se vai formando na superfície dos dentes, onde existem microrganismos que transformam os restos alimentares num ácido que corrói o esmalte – são os principais factores que favorecem o aparecimen...

Cistite

A cistite é uma infecção (inflamação) da bexiga. Em geral, é causada pela bactéria  Escherichia coli , presente no intestino e importante para a digestão. No tracto urinário, porém, essa bactéria pode infectar a uretra (uretrite), a bexiga (cistite) ou os rins (pielonefrite). No entanto, outros microrganismos também podem provocar as cistites. Tanto os homens, mulheres e crianças estão sujeitos à cistite. No entanto, ela é mais prevalente nas mulheres devido às características anatómicas femininas que favorecem a entrada das bactérias até à bexiga. A uretra (canal que vai da vagina até à bexiga) da mulher, além de muito mais curta que a do homem, está mais próxima do ânus, facilitando a entrada dos microrganismos. Nos homens, a cistite é mais frequente depois dos 50 anos, devido ao crescimento da  próstata  e consequente retenção de urina na bexiga. Os sintomas mais frequentes da cistite são a necessidade urgente de urinar com frequência, a escassa eliminação de u...

Cirrose hepática

É uma doença que conduz à destruição do fígado. É também chamada de doença hepática crónica e caracteriza-se pela morte das suas células (necrose), aparecimento de cicatrizes (fibrose) e alteração da sua estrutura (regeneração nodular). Crónica significa que se estende por meses ou anos. O fígado fica com uma consistência muito dura e cheio de nódulos. Na cirrose existem duas fases: uma dita compensada, em que pode não existir qualquer tipo de sintomas, e outra em que pode manifestar-se de vários modos. Esta fase denomina-se de “cirrose hepática descompensada”, sendo o risco de complicações graves muito elevado. A causa mais frequente em Portugal é a cirrose alcoólica, seguida pela hepatite C e pela hepatite B. Outras causas mais raras são as doenças do fígado associadas à obesidade. O risco de aparecer cancro do fígado na cirrose hepática é de cerca de 1 a 4 por cento por ano e tem elevada mortalidade se for diagnosticado tarde.

Catarata

Uma catarata é uma opacidade (névoa) no cristalino do olho que dificulta a  visão . As cataratas provocam uma perda progressiva e indolor da visão. A sua origem, geralmente, não se conhece, apesar de em certos casos surgirem devido à exposição aos raios X ou à luz solar muito intensa, a certas doenças oculares inflamatórias, a alguns fármacos (como os corticosteróides) ou como uma consequência de outras doenças, como a diabetes. São muito comuns nos idosos, embora alguns bebés possam nascer já com cataratas (cataratas congénitas). As luzes intensas são especialmente incómodas para muitas pessoas que sofrem de cataratas, as quais vêem halos à volta das luzes, cintilações e dispersão da luz. Estes problemas são particularmente incómodos quando a pessoa passa da escuridão para um ambiente muito iluminado ou tenta ler com uma lâmpada de luz muito intensa. As pessoas com cataratas que também tomam medicação para o glaucoma, a qual contrai as pupilas, podem sentir maior dificuldade na v...

Carcinoma de Células Escamosas

O carcinoma de células escamosas, ou carcinoma espinocelular, muitas vezes tem origem em queratoses actínicas e assemelha-se ao carcinoma basocelular. No entanto, a superfície é geralmente mais elevada e dotada de uma crosta. Por vezes pode ser confundido com uma verruga. Muito raramente pode espalhar-se para os nódulos linfáticos e outros órgãos (metástases) e ser fatal.

Carcinoma Basocelular

O carcinoma basocelular, ou basalioma,é um tumor da pele, de crescimento lento, que a maioria das vezes aparece na pele exposta ao sol. Existem várias formas de carcinoma basocelular. Algumas manifestam-se como pápulas com uma superfície brilhante, que muitas vezes desenvolvem uma ferida pequena no meio. Estes designam-se por “carcinomas basocelulares nodulares” e são mais passíveis de ser encontrados na região da cabeça e pescoço. Os doentes normalmente referem que têm uma ferida que não cicatriza. Outros, designados como carcinomas basocelulares superficiais, aparecem como manchas vermelhas, finas e acastanhadas, que aparecem frequentemente no tronco, braços e pernas. Podem ser facilmente confundidos com manchas de pele seca, eczemas ou psoríase, por exemplo. No entanto não respondem aos cremes hidratantes ou aos esteroides tópicos. O Carcinoma Basocelular, que tem origem na camada basal da epiderme, geralmente cresce durante anos sem causar nenhum desconforto. Este tumor...

Cancro da bexiga

Há várias formas de cancro da bexiga, que podem manifestar-se de diferentes maneiras. São bem mais frequentes nos homens do que nas mulheres e sua incidência aumenta com a idade, geralmente após os 60 anos, sendo raro antes dos 40. Os tumores de bexiga que não ultrapassam o urotélio, são considerados superficiais e, quase sempre, podem ser completamente removidos cirurgicamente. Os tumores que infiltram a camada muscular da bexiga são classificados como invasivos e requerem cirurgias mais complexas, geralmente com remoção parcial ou total (cistectomia) da bexiga. Ainda não se conhecem exactamente quais as causas do cancro da bexiga, no entanto, estudos apontam para o tabaco como o principal factor de risco. Os sinais mais frequentes que podem indicar a doença são a existência de sangue na urina, dor ou sensação de pressão na barriga, perda de peso repentina e frequentes irritações vesicais (por exemplo, cistite) O diagnóstico do tumor é feito através de um exame da urina, no ...

Cancro

Doença caracterizada por uma população de células que cresce e se divide sem respeitar os limites normais, invade e destrói tecidos adjacentes, e pode espalhar-se para lugares distantes no corpo através de um processo chamado metástase. Estas propriedades malignas diferenciam-no dos tumores benignos, que são auto-limitados no crescimento e não invadem tecidos adjacentes (embora alguns tumores benignos sejam capazes de se tornarem malignos). O cancro pode afectar pessoas de todas as idades e é responsável por cerca de 13 por cento de todas as mortes no mundo, sendo os cancros do pulmão, estômago, fígado, cólon e mama os que mais matam. A idade, o sexo e a história familiar podem ser factores de risco, mas também o estilo de vida (ligado por exemplo ao consumo de tabaco, álcool e tipo de alimentação) interfere no aparecimento de cancro.

Cálculo renal

O cálculo renal, também designado por pedra nos rins ou litíase renal, é uma massa dura formada por cristais que se separam da urina e se unem para formar pedras nos rins. Sob condições normais, a urina contém substâncias que previnem a formação desses cristais. Todavia, os inibidores podem tornar-se ineficazes levando à formação dos cálculos. Os cálculos renais podem conter várias combinações de elementos químicos e, por isso, existem vários e diferentes tipos de cálculos renais e que são classificados de acordo com sua composição química. Para saber o tipo de cálculo, é necessário fazer a análise laboratorial da pedra expelida pelo organismo. Como nem sempre isso é possível, pode-se recorrer a exames de urina e sangue para estabelecer as dosagens de oxalato, do cálcio sérico e urinário, do ácido úrico, da cistina ou do citrato presentes no organismo. Cada tipo de cálculo pode exigir uma abordagem específica de tratamento. Habitualmente, o primeiro sintoma de um cálculo renal é ...