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Mostrando postagens com o rótulo polinevrite aguda ascendente

Hepatite auto-imune

A hepatite auto-imune é uma doença inflamatória do fígado, progressiva, que pode evoluir para cirrose hepática. É uma doença predominante em mulheres entre os 30 e 40 anos de idade mas também pode atingir outros grupos etários e o sexo masculino. A causa da hepatite auto-imune permanece desconhecida mas sabe-se que existe uma alteração da regulação do sistema imunitário (sistema de defesa do organismo) com a produção de auto-anticorpos que atacam o fígado. É uma doença de início insidioso caracterizada por sintomas pouco específicos como: mal estar geral, fadiga, falta de apetite, dores articulares e musculares. No sexo feminino podem surgir alterações do ciclo menstrual (amenorreia). Em cerca de 20% dos casos pode manifestar-se por sintomas semelhantes aos da hepatite aguda : icterícia, febre e aumento do tamanho do fígado. Alguns doentes podem não ter sintomas e apresentar apenas alterações das análises laboratoriais. Há também uma pequena percentagem de doentes que se aprese...

Hepatite A

Trata-se de uma infecção provocada pelo vírus da hepatite A (VHA) que é absorvido no aparelho digestivo e multiplica-se no fígado, causando neste órgão a inflamação denominada hepatite A. Raramente esta doença é fatal, embora em adultos afectados por uma doença hepática crónica - originada por outros vírus ou pelo consumo excessivo de álcool - a infecção pelo VHA possa provocar a falência hepática, conhecida por hepatite fulminante. Ou seja, o vírus da hepatite A só provoca hepatite aguda, e quase todos os doentes se curam. Uma vez curada a infecção, o fígado regenera totalmente. A hepatite A transmite-se de pessoa para pessoa quando os alimentos ou a água estão contaminados por dejectos, daí que seja mais frequente em países menos desenvolvidos devido à precariedade do saneamento básico e os principais sintomas são olhos amarelados, urina escura e pele amarelada. A prevenção é feita através da lavagem das mãos após ir à casa de banho, antes da preparação dos alimentos e antes das ref...

Hepatite

A hepatite é basicamente uma infecção no fígado. Existem vários tipos de hepatites e a gravidade da doença é variável em função disso e também dos danos já causados ao fígado quando descoberta. As hepatites virais podem ser agudas ou crónicas. A maior parte das hepatites agudas curam-se, no entanto, algumas podem evoluir para hepatite crónica. Chama-se crónica à hepatite que não cura ao fim de 6 meses. As hepatites podem ser provocadas por bactérias, por vírus, entre os quais estão os seis tipos diferentes de vírus da hepatite (A, B, C, D, E e G) e também pelo consumo de produtos tóxicos como o álcool, medicamentos e algumas plantas. Uma hepatite pode tornar-se crónica e pode evoluir para uma lesão mais grave no fígado (cirrose) ou para o carcinoma hepático (cancro do fígado) e em função disso provocar a morte. Mas, desde que detectadas, as hepatites crónicas podem ser acompanhadas, controladas e mesmo curadas. Existem ainda as hepatites auto-imunes, que sem que se saiba ainda porquê,...

Hemorróidas

As hemorróidas são veias dilatadas e inflamadas no ânus e recto, que podem causar dor, comichão e sangramento. Como em qualquer outra parte do nosso corpo, esta região é vascularizada por artérias e veias, que recebem o nome de artérias e veias hemorroidais. Hemorróidas é o nome dado a este conjunto de vasos que fica na região do canal anal. No entanto, ao contrário das veias do resto do corpo, as veias hemorroidais não possuem válvulas para impedir que o sangue fique preso. Portanto, qualquer aumento de pressão nessas veias propicia a sua obstrução, aumentando o risco de inflamação. Portanto, dito de forma mais simples, as hemorróidas (ou doença hemorroidal) são dilatações das veias do recto e ânus, que podem vir acompanhadas de inflamação, trombose ou sangramento. As hemorróidas são um distúrbio muito comum. Estima-se que mais da metade da população acima dos 50 anos sofra deste problema em graus variáveis. As hemorróidas são classificadas como internas, quando ocorrem no rec...

Hemofilia A e B

Os factores da coagulação, que estão presentes no sangue, são representados em numeração romana de I a XII. A hemofilia é um distúrbio raro, cuja incidência na população em geral é de 1 em 10.000 habitantes (por isso aproximadamente 1 em cada 5.000 rapazes que nascem tem hemofilia) e que se caracteriza também pela tendência para hemorragias graves. Uma pessoa com hemofilia A (cinco vezes mais comum do que a hemofilia B) tem uma deficiência de factor VIII, sendo que a deficiência de factor IX é da hemofilia B. Ambos os tipos de hemofilia partilham os mesmos sintomas e padrão hereditário, somente as análises ao sangue podem identificar qual é o factor afectado. A gravidade da doença está relacionada com o grau de deficiência do factor da coagulação em causa, no sangue.

Hemofilia

O termo genérico "hemofilia" descreve um grupo de distúrbios da coagulação hereditários, nos quais existe uma anomalia permanente no mecanismo da coagulação do sangue. Mais especificamente a hemofilia é uma doença crónica e uma deficiência orgânica congénita no processo da coagulação do sangue. De transmissão genética, ligada ao cromossoma X, aparece quase exclusivamente nos indivíduos do sexo masculino e caracteriza-se pela ausência ou acentuada carência de um dos factores da coagulação. Por este motivo, a coagulação é mais demorada ou inexistente, provocando hemorragias frequentes, especialmente a nível articular e muscular.

Hemocromatose Secundária

Este tipo de hemocromatose é provocada por outra/s doença/s. As principais causas são as hemoglobinopatias, como anemias carregadoras de ferro, talassemia maior e anemia megaloblástica. Outra causa é a excessiva administração de ferro, que pode ocorrer pela necessidade de diversas transfusões sanguíneas, por auto-medicação ou pelo tratamento erróneo de uma anemia. Nestes casos ocorre a libertação da hemoglobina rica em ferro na corrente sanguínea, levando à acumulação deste elemento nos mesmos órgãos atingidos pela hemocromatose hereditária. As manifestações clínicas incluem fadiga e desconforto abdominal, juntamente com discretas alterações das enzimas hepáticas (as transaminases). Os sintomas mais tardios são impotência sexual, hiperpigmentação da pele, artrite, diabetes e cirrose hepática. Esses dois últimos sintomas são irreversíveis. No entanto, podem melhorar quando devidamente tratados.

Hemocromatose Hereditária Primária

Este tipo de hemocromatose é a doença genética mais comum na população caucasiana, e resulta da herança de duas cópias defeituosas de um gene e caracteriza-se pela excessiva absorção de ferro da dieta. Ou seja, num doente com hematomacrose o mecanismo regulador da absorção do ferro encontra-se alterado e, deste modo, o organismo continua a absorver ferro, independentemente dos depósitos, o que gera uma sobrecarga desse elemento no organismo. Quando não existe a doença, a absorção intestinal do ferro diminui para evitar que haja acumulação do mesmo.

Hematomacrose

A hemocromatose é uma doença caracterizada pela ocorrência de depósito de ferro nos tecidos em consequência do seu excesso no organismo. Os principais locais de deposito são o fígado, o pâncreas, o coração e a hipófise, podendo resultar na perda gradativa de suas funções. A hemocromatose pode ser de dois tipos: hereditária, ou secundária.

Hemangioma

É uma lesão vascular benigna e o tumor mais comum na infância. O quadro clínico pode variar muito, desde uma mancha vermelha brilhante a uma placa ou nódulo ao azul-violeta. Os hemangiomas são caracterizados por um comportamento típico: um rápido crescimento durante os primeiros meses de vida, seguido por uma involução espontânea lenta durante os anos subsequentes. Isto distingue-o claramente das malformações vasculares que muitas vezes estão presentes na ocasião do nascimento mas não resolvem espontaneamente.

Halitose e Alteração do Paladar

Sintomas que acompanham muitas das afeções da boca ou que podem ser temporárias ou persistentes, neste caso podem resultar da degradação de proteínas pelas bactérias, habitualmente por doença gengival ou boca seca. A halitose pode ser ainda causada por perturbações gastrointestinais, infeções sinusais crónicas, brônquicas ou pulmonares, gastrite, refluxo gastroesofágico e boca seca. Há ainda outros fatores que contribuem para a halitose como alguns alimentos (cebola, alho e café), ingestão de bebidas alcoólicas e outras, o uso de próteses, assim como determinadas patologias como a diabetes e o cancro, a gravidez e determinados medicamentos também contribuem para esta situação. Tabela 2 resume alguns medicamentos capazes de alterar o paladar e o olfato. Tabela 2 – Medicamentos indutores de alteração do paladar e o olfato A identificação de halitose pode ser conseguida com um simples gesto: lamber as costas do pulso, deixar secar. Se o odor for desagradável depois de seco é p...