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Mostrando postagens com o rótulo Esclerodermia

Fabulação

A Fabulação é uma modalidade especial de alteração da memória e atenção que consiste no relato de temas fantásticos os quais, na realidade, nunca aconteceram. São devaneios nos quais o próprio indivíduo acredita. Em grande parte, resultam de uma alteração da fixação e de uma incapacidade para reconhecer como falsas as imagens produzidas pela fantasia. É um sintoma de comprometimento orgânico, normalmente denunciando um estado pré-demencial senil ou já uma demência franca. Também denominada de Confabulação, esta situação, embora normal na infância, assume contornos patológicos em pessoas com tendência doentia para mentir e fabular.

Febre

Febre é a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. Esta definição implica estabelecer aquilo que é a temperatura normal, tarefa nem sempre fácil, porque a temperatura normal varia consoante o ritmo circadiano, as refeições, a temperatura ambiente, o vestuário, a actividade física e os estados emocionais. Desse modo, não se pode falar numa temperatura normal, mas numa faixa normal e em limites superiores da normalidade. No entanto pode-se considerar como temperatura normal um valor entre os 36 e os 37ºC. Considera-se febre quando existe um aumento da temperatura rectal acima dos 38ºC, timpânica acima dos 38.2ºC ou axilar acima de 37ºC. A toma de antipiréticos acompanhados pela ingestão de muitos líquidos, repouso, banhos em água tépida, evitar roupas quentes mesmo que se tenha muito frio, são algumas medidas que podem ajudar a controlar este estado.

Esclerodermia

A esclerodermia ou esclerose sistémica é uma doença reumática crónica caracterizada por alterações vasculares, produção de anticorpos dirigidos contra partes do próprios corpo (auto-anticorpos) e aumento da produção de tecido fibroso quer na pele, quer em órgãos internos do corpo. A palavra – esclerodermia – deriva do grego e da conjugação de dois termos: ‘esclero’ que significa dura; e da ‘derme’ que significa pele. O termo ‘esclerodermia’ refere-se à expressão mais visível da doença. Ou seja, ao endurecimento da pele. A doença pode ocorrer em qualquer idade, mas o grupo etário entre os 25 e os 55 anos é o mais frequentemente atingido. Por outro lado, as mulheres são cerca de 3 a 4 vezes mais atingidas que os homens. A prevalência (número de casos) exacta da doença não é conhecida, embora esteja estimada afecte cerca de 250 doentes por milhão de habitantes. Assim, segundo estes dados estima-se que em Portugal existam cerca de 2500 doentes. Apesar do aspecto exterior de certas ...

Esclerose múltipla

A Esclerose Múltipla é uma doença inflamatória crónica, desmielinizante e degenerativa, do sistema nervoso central que interfere com a capacidade do mesmo em controlar funções como a  visão , a locomoção, e o equilíbrio, entre outras. Denomina-se Esclerose pelo facto de, em resultado da doença, se formar um tecido parecido com uma cicatriz, que endurece, formando uma placa em algumas áreas do cérebro e medula espinal. Denomina-se Múltipla, porque várias áreas dispersas do cérebro e medula espinal são afectadas. Os sintomas podem ser leves ou severos, e aparecem e desaparecem, total ou parcialmente, de maneira imprevisível. É desmielinizante porque há caracteristicamente lesão das bainhas de mielina que envolvem as fibras nervosas, como se refere adiante. É degenerativa porque surge também lesão da própria fibra nervosa, por vezes irreversível. Os sintomas mais frequentes são visão dupla, falta de força e de sensibilidade nos membros, falta de controlo dos movimentos finos das mãos...

Esclerose Tuberosa

A Esclerose Tuberosa consiste num distúrbio genético que se traduz no desenvolvimento de tumores benignos em órgãos vitais como o coração, olhos, cérebro, rins, pulmões e pele. O crescimento destes tumores revela um comportamento agressivo porque ameaça a função dos órgãos atingidos. Dois terços dos diagnósticos são novos casos da doença sem antecedentes familiares, e um terço são casos hereditários. Quando se manifesta pode provocar epilepsia, autismo ou défice cognitivo. É uma doença rara para a qual ainda não se conhece cura, havendo porém medicamentos disponíveis para o tratamento dos diferentes sintomas. As manifestações e prognóstico variam de caso para caso, em função dos órgãos envolvidos e da gravidade dos sintomas, sendo os mais comuns as alterações cutâneas e convulsões, que se desencadeiam à nascença e se vão agravando durante a infância. Os tumores benignos cerebrais e renais são também frequentes, e comportam risco de vida para os doentes.

Escorbuto

Doença causada pela carência da Vitamina C (ácido ascórbico). Caracteriza-se por debilidade, anemia, gengivite – que pode mesmo resultar na perda total dos dentes – e hemorragias da pele. Nas crianças, afecta o crescimento dos ossos, sendo que quando ocorre entre os seis meses e o primeiro ano de idade os sintomas são irritabilidade, diminuição do apetite, incapacidade para aumentar de peso e dor ao realizar movimentos. O ácido ascórbico encontra-se em alimentos como citrinos, tomate, morango, espinafres, brócolos, batatas, rim, repolho e pimentos verdes. Fumadores, praticantes de exercício físico intenso, grávidas, mulheres em amamentação e o período de infância são situações de necessidade adicional de vitamina C. Até ao século XVIII, a ocorrência de escorbuto era bastante comum entre os marinheiros, pois passavam meses em alto mar sem ingerir frutas e verduras frescas. A partir de 1795 passou a distribuir-se regularmente sumo de lima entre os marinheiros da tripulação britânica. Po...

Esofagite de refluxo

Em circunstâncias normais, o conteúdo ácido gástrico não sai para o esófago devido ao esfíncter na parte inferior do esófago (cardia) constituir uma valva sem retorno. Quando a competência do cardia está comprometida, isto é, quando a valva deixa de exercer o seu efeito pode haver o retorno do conteúdo gástrico para o esófago, comprometendo a integridade da mucosa esofágica. A disfagia, dificuldade de deglutição, é uma situação que pode estar relacionada com afeções esofágicas como a esofagite de refluxo em que a cicatrização das lesões esofágicas provoca estenose do esófago que dificulta a deglutição. Considerando que este sintoma pode estar relacionado com doença grave como o cancro esofágico, o doente deve ser dirigido ao médico, se a apresentar. A disfagia acompanhada de pirose pode ser melhorada com a toma de antiácidos e com o tratamento específico da esofagite de refluxo. Sendo que a disfagia também pode estar relacionada com maus hábitos alimentares, se for este o caso, o...

Esclerodermia na Forma Difusa

A esclerodermia é uma doença reumática crónica caracterizada por alterações vasculares, produção de anticorpos dirigidos contra partes do próprios corpo (auto-anticorpos) e aumento da produção de tecido fibroso quer na pele, quer em órgãos internos do corpo. A esclerodermia na forma difusa caracteriza-se por a pele envolvida englobar também as zonas “centrais do corpo”. A progressão é geralmente mais rápida e o Fenómeno de Raynaud tem o seu aparecimento simultâneo com outras manifestações da doença. A crise renal (hipertensão grave e insuficiência da função renal) e a fibrose pulmonar parecem ser mais frequentes neste subgrupo de doentes. O diagnóstico de esclerodermia é feito essencialmente pelo quadro clínico, com os seus sintomas e sinais sugestivos, a que se juntam alguns exames complementares de diagnóstico, que podem confirmar a suspeita clínica.

Esclerodermia na Forma Localizada

A esclerodermia é uma doença reumática crónica caracterizada por alterações vasculares, produção de anticorpos dirigidos contra partes do próprios corpo (auto-anticorpos) e aumento da produção de tecido fibroso quer na pele, quer em órgãos internos do corpo. A esclerodermia na forma localizada designa-se assim porque a pele é atingida apenas na zona dos dedos, mãos e face. O tronco, os braços e coxas, são poupados. A evolução da esclerodermia é geralmente lenta e os doentes podem apresentar uma história de Fenómeno de Raynaud com vários anos de duração, antes de se detectar outros sinais ou sintomas da doença. Alguns trabalhos sugerem que a Hipertensão Pulmonar poderá ser mais frequente neste subgrupo da doença. Se a esclerodemia localizada se associar a calcinose (calcificações) cutânea, Fenómeno de Raynaud, dificuldade na deglutição (por envolvimento dos músculos do esófago) e telangiectasias (dilatações vasculares na pele), designa-se de Síndrome CREST.

Esclerodermia Localizada

A esclerodermia ou esclerose sistémica é uma doença reumática crónica caracterizada por alterações vasculares, produção de anticorpos dirigidos contra partes do próprios corpo (auto-anticorpos) e aumento da produção de tecido fibroso quer na pele, quer em órgãos internos do corpo. A esclerodermia localizada caracteriza-se por um envolvimento focal da pele e, por vezes, dos músculos. Geralmente, não é acompanhada pelas alterações sistémicas de envolvimento de órgão ou de alterações imunológicas significativas.

Estrabismo

Trata-se de um desalinhamento ocular constante ou ocasional. A população mais afectada é a infantil, mas também pode surgir em adultos, devido a acidente ou traumatismo. É, muitas vezes, congénito, podendo os olhos estarem desviados para dentro ou fora e/ou para cima ou para baixo. O  estrabismo  pode prejudicar a  visão  ou indicar uma perturbação orgânica mais profunda. É por isso que, seja qual for a idade, quando aparecem movimentos anormais dos olhos, torna-se necessário consultar rapidamente um especialista.

Esquizofrenia

A Esquizofrenia é uma doença psiquiátrica e é provavelmente a mais angustiante e incapacitante de todas elas. A esquizofrenia é muitas vezes descrita de forma incorrecta como "desdobramento de personalidade". Isto pode constituir a tradução literal mas a esquizofrenia é na realidade uma doença do cérebro, que afecta de forma grave a forma de pensar da pessoa, a vida emocional e o comportamento em geral. As pessoas com esquizofrenia sofrem de sintomas psicóticos. Entre estes, contam-se as alucinações (observar as coisas de forma diferente), delírios (crenças de natureza bizarra ou paranóide que não são verdadeiras), alterações do pensamento ou medo. Os delírios, visões e as alucinações constituem os sintomas psicóticos ou positivos. Os "sintomas negativos" também surgem ao fim de algum tempo: as pessoas ficam ausentes, mostram muito pouca iniciativa e têm uma vida emocional embotada. Muitas vezes, as pessoas com esquizofrenia sofrem de isolamento social, ou seja tor...

Fadiga crónica

Trata-se de um síndrome crónica, complexo e debilitante (podendo mesmo ser incapacitante) que se caracteriza principalmente pela existência de dores generalizadas, cansaço extremo e perturbações no sono. Atinge predominantemente o sexo feminino, a causa é desconhecida e deve prolongar-se para além de um trimestre. Embora não afecte a esperança de vida e seja uma doença a rara, a fadiga crónica interfere na capacidade do indivíduo desenvolver as suas actividades diárias, existindo, por exemplo, casos em que a pessoa tem de estar praticamente todo o dia em repouso. Não existe cura para esta síndrome, embora haja medicação para actuar sobre a fadiga, ainda que pouco eficaz.

Faringite

A faringite é uma inflamação da faringe, que liga o nariz e a boca à laringe e ao esófago. O processo inflamatório da faringe pode ser causado por infecções virais ou bacterianas, sendo as primeiras mais frequentes e menos graves. No entanto, em 10 a 30 por cento dos casos, a faringite é causada pela bactéria estreptococo. As causas mais comuns são as infecções virais (constipações, gripes e mononucleose), mas também pode ser provocada por infecções bacterianas (pela bactéria estreptococos) e doenças sexualmente transmissíveis (por exemplo, gonorreia). Os principais sintomas são: Dor de garganta (é o principal sintoma de ambos os tipos de faringite), Febre, Dor de cabeça, Dores musculares e das articulações, Inflamação dos gânglios do pescoço. Nos casos de faringite bacteriana, todos estes sintomas são mais acentuados.

Esclerodermia ou Esclerose Sistêmica Progressiva

O que é esclerodermia? Esclerodermia é uma doença do tecido conjuntivo que afeta a pele, e algumas vezes os órgãos internos. Apresenta uma variação muito grande em termos de prognóstico. Para alguns pacientes representa apenas um incômodo, enquanto para outros é uma doença grave e letal, sendo para a maioria uma doença que afeta o modo como elas vivem o seu dia a dia. A esclerodermia é classificada como uma doença auto-imune devido ao fato de que o sistema imunológico nestas doenças é ativado para agredir os tecidos do próprio organismo. Tipos de esclerodermia Existem dois tipos de esclerodermia: a forma sistêmica (esclerose sistêmica) que afeta os órgãos e sistemas internos do organismo, e a forma localizada, que afeta uma área localizada da pele. Como regra geral, as crianças apresentam tendência a apresentar a forma localizada (subdividida em esclerodermia linear e morféia), enquanto os adultos geralmente manifestam a forma sistêmica. Na esclerose sistêmica, o sistema imunológi...

O que é Periartrites e Bursites

O aparelho ósteo-articular   tem no movimento sua função primordial independente da região que consideramos e para que o mesmo ocorra é necessário a integração sincrônica de um conjunto composto por ossos, grupos musculares, ligamentos e cápsula articular. São consideradas estruturas periarticulares os tendões (estruturas fazem a inserção dos músculos no osso), as bursas (bolsas que fazem a proteção entre eminências ósseas e tendões ou ligamentos) e os ligamentos (estruturas fibro-elásticas que ajudam a estabilizar uma articulação), os quais permitem uma boa sustentação e estabilidade á articulação. Nas atividades da vida diária, com maior ou menor sobrecarga, este complexo sistema é constantemente mobilizado, podendo ocorrer distúrbios geralmente de causa muitifatorial, promovendo o comprometimento de sua função em maior ou menor grau. Desta forma, podem ocorrer tendinites e bursites (processos inflamatórios dos tendões e bursas) assim como as lesões ligamentares. Fasceíte Plan...

Síndrome da Fadiga Crônica

  Se você tem fadiga incapacitante, que apareceu inesperadamente, sem causa aparente, que resultou em redução ou perda de sua capacidade ocupacional, educacional, social, ou atividades pessoais, acompanhada por outros sintomas, entre os quais dor muscular, febre baixa, dor de cabeça e mal estar após exercícios. Pense! Você pode ter Síndrome da Fadiga Crônica! O que é Síndrome da fadiga crônica? A síndrome da fadiga crônica é uma doença caracterizada pela presença de fadiga inexplicável, de duração maior que 6 meses, associado a sintomas como cefaléia (dor de cabeça), dores pelo corpo, dor nas articulações, distúrbio cognitivo (memória), distúrbio do sono, promovendo incrível incapacidade física ao paciente. Quais os seus critérios diagnósticos? Esses critérios foram estabelecidos em 1988 pelo CDC (Center for Disease Control, Atlanta-E.U.A.) e revisados em 1994, e incluem: Critério principal: Fadiga intensa que persiste por mais que 6 meses. Exclusão de outras doenças clínica...